junho 2011


Apenas 4 mil dos 7,8 mil deficientes físicos de Sorocaba e região possuem emprego registrado no Ministério Público do Trabalho (MPT). De acordo com o gerente regional do Trabalho, Vitório José Cattai, mesmo com o incentivo da Lei nº 8.213, de 1991, que estabelece cotas de 2% a 5% de contratação de deficientes em empresas com mais de 100 funcionários, o número de contratados só não é maior por falta de capacitação. “Há gente suficiente para preencher as vagas, mas a dificuldade é encontrar deficientes qualificados para o trabalho”, afirmou.

Por mês, pelo menos três empresas são multadas em R$ 1,5 mil cada por vaga não preenchida em Sorocaba. Sóno mês de maio, foram quatro. Cattai informa que as empresas têm firmado com o MPT um termo de ajuste de conduta, o que lhes garante um prazo para preencher as vagas destinadas aos deficientes. Mesmo assim, em 2010, trinta empresas foram autuadas por não cumprir a legislação.

Para tentar diminuir o número de deficientes desempregados, a Câmara Municipal de Sorocaba aprovou – na semana passada – o projeto de lei do vereador Anselmo Neto (PP) que propõe a criação de uma Central de Empregos para pessoas com deficiência. Mas, o projeto teve parecer inconstitucional pelo departamento jurídico da Câmara e só poderá sair do papel caso o prefeito Vitor Lippi sancione a lei. “Na prática, funcionaria como o PAT (Posto de Atendimento ao Trabalhador), mas com um cadastro separado, só para pessoas com deficiência. A estrutura do próprio PAT poderia ser utilizada, sem nenhum ônus para a Prefeitura”, explicou o vereador Anselmo.

Fonte: http://portal.cruzeirodosul.inf.br/acessarmateria.jsf?id=310754

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O 3º Concurso Moda Inclusiva está com inscrições abertas e até o dia 15 de julho de 2011, a Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência recebe inscrições.  O concurso tem o objetivo de contribuir para uma sociedade mais justa e inclusiva, na qual todos tenham acesso igualitário aos produtos, bens e serviços disponíveis. A finalidade do concurso é promover importante debate sobre moda diferenciada, além de incentivar o surgimento de novas soluções e propostas em relação ao vestuário para as pessoas com deficiência.

Concurso Moda Inclusiva, realizado pela Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência, foi o primeiro realizado no Brasil e, segundo pesquisas, também inédito no âmbito internacional nesse formato. A primeira edição foi na sede da Secretaria, em 2009, e a segunda, no Museu da Língua Portuguesa, em 2010, ambosem São Paulo.

O projeto Moda Inclusiva estimulou a criatividade de vários grupos, entre estudantes, professores e pessoas com deficiência, além de fomentar um mercado com foco na ergonomia e estender a questão da deficiência para diversos setores da sociedade, propondo uma reflexão comportamental, bem como uma moda influenciada pela diversidade com design inspirado na ótica do Desenho Universal. O Desenho Universal é uma resposta ao movimento da sociedade, que busca eficiência e funcionalidade para todos os indivíduos ao longo dos ciclos da vida, um fator decisivo quando o objetivo é a construção de uma sociedade para todos que prioriza a eliminação de barreiras arquitetônicas, ambientais e estéticas.

Fonte: http://www.pessoacomdeficiencia.sp.gov.br/sis/lenoticia.php?id=792

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Não basta a alguém residir num prédio especialmente equipado com todas as comodidades para portadores de deficiências é preciso que essa pessoa, chegando à rua, possa continuar seu caminho, apoiada por equipamentos públicos como indicadores sonoros e sinalizadores táteis no piso para travessia nas principais vias, calçadas com guia rebaixada em todas as esquinas, adequações em ônibus para o recebimento de cadeirantes etc.

Cerca de 10% da população dos países em desenvolvimento porta algum tipo de deficiência, segundo a Organização das Nações Unidas. No Brasil, dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontam um contingente de 25 milhões de pessoas nesta situação: 15% da população. São pessoas às quais é necessário garantir o direito de locomoção com autonomia e independência, permitindo seu fortalecimento social, político e econômico, como cidadãos plenos que também são. E isso passa pelo planejamento das edificações, da sinalização do trânsito, das calçadas, dos veículos de transporte urbano e outros equipamentos das cidades.

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O número de pessoas com deficiência que precisam de acessibilidadeem Curitiba é de 250 mil, segundo o Instituo Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A cidade enfrenta enormes problemas, quanto à acessibilidade.

Caos. Essa é a definição dada pelo arquiteto e urbanista Ricardo Mesquita quando questionado sobre a condição das calçadas de Curitiba com relação à acessibilidade. Segundo o especialista, 1% da capital tem guias rebaixadasrampas, pisos táteis, semáforos comsinalização sonora ou qualquer outra coisa que auxilie na inclusão das pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. E ter os aparelhos ainda não significa que eles estejam adequados para uso.

Como a maioria das ruas de Curitiba e, especialmente, os bairros não têm o piso tátil, Lilian ensina seus alunos a se guiarem pelo alinhamento das construções com a bengala. Mesmo assim, ela encontra dificuldades. “As calçadas não são feitas para pedestres. A grande maioria é cheia de buracos, caixas de correio, floreiras, lixeiras. As pessoas têm que entender que o que é bom para o deficiente visual também é bom para qualquer pessoa”, destaca.

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A iniciativa de utilizar recursos e ferramentas de informática na inclusão de alunos com paralisia cerebral, que beneficiará todos da rede municipal de ensino que tenham algum tipo de limitação motora, e que por intermédio de ferramentas de informática passam a ter a possibilidade de interagir na escola.

Esse é o objetivo dos programas que são desenvolvidos pelos professores da Oficina Vivencial de Ajudas Técnicas para a Ação Educativa. Um espaço que integra o Centro de Referência em Educação Especial do Instituto Helena Antipoff, órgãos vinculado à Secretaria Municipal de Educação em parceria com o professor de engenharia eletrônica Paulo Lucio da Silva Aquino que trabalha no CEFET/RJ – Centro Federal de Educação Tecnológica Celso da Fonseca.

O projeto começou no início da década de 90 quando a professora Hilda Gomes, que já atuava à frente da Oficina Vivencial, conheceu o trabalho realizado por seu amigo e professor da Universidade Tecnológica do Paraná, com programa e ferramentas que viabilizavam o aprendizado das pessoas com deficiênciacegas ou com dificuldades motoras. “O professor do Paraná me apresentou a Hilda, já que ele morava longe, e eu fiquei atendendo as demandas dos alunos daqui”, contou Aquino.

As adaptações são idealizadas para atender as necessidades de cada aluno, “e cada aluno é único”, diz a professora Hilda. Em função disso é desenvolvida uma série de ferramentas e adaptações: mouse, teclados e assionadores (ferramenta que possibilita a pessoa interagir com o computador tocando com o queixo ou qualquer outra parte do corpo assim executar a função que deseja), com o intuito de favorecer este aluno no processo de aprendizado, de comunicação, facilitando assim a inclusão no cotidiano da escola.

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Um lugar construído para a moradia de deficientes físicos precisa ter condições de acesso, como rampas, e nada de buracos.  Mas não é assim que muitos lugares  se encontram, onde deveria haver rampas, só existe mato. Quem mora em outras áreas da cidade também sofre com a falta de acesso.

O Centro de Convivência Albert Sabin é mais conhecido como a Vila dos Para-atletas. Criado há 18 anos, pelo Governo do Estado, o Centro abriga famílias que tenham pelo menos um deficiente físico. Hoje, o lugar está abandonado, quase esquecido.

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A narração descrevendo os sonselementos visuais e quaisquer informações necessárias para que um deficiente visual consiga compreender o que se passa na tela terá que estar disponível por meio da função SAP (do inglês Programa Secundário de Áudio). Além da audiodescrição, programas transmitidos em outros idiomas, como filmes estrangeiros, terão que ser integralmente adaptados, com a dublagem das conversas ou da voz do narrador. As legendas ocultas, que já são usadas para permitir que deficientes auditivos acompanhem os programas, continuarão sendo obrigatórias.

Para suprir lacuna que impede que parte da população acompanhe e entenda perfeitamente um filme, telenovela e quase todos os programas televisivos, as emissoras de TV já licenciadas para transmitir com o sinal digital terão que passar a apresentar pelo menos duas horas semanais de produções adaptadas para o público com alguma deficiência visual ou intelectual.

A obrigatoriedade entra em vigor no próximo dia 1º de julho, em cumprimento a uma portaria publicada pelo Ministério das Comunicações em 2006, estabelecendo que as empresas geradoras (as chamadas cabeças de rede) terão que veicular o mínimo exigido de programas com o recurso da audiodescrição. O prazo para que as emissoras se adaptem e cumpram a determinação já foi prorrogado duas vezes pelo próprio ministério, que, desta vez, garante que não haverá novos adiamentos.

Segundo informações encontradas no Jornal do Brasil.

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